Avançar para o conteúdo principal

UTRAMIG bate recorde de número de vagas de qualificação profissional

 


Divulgação

 

O GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, por meio da UTRAMIG, não tem medido esforços para contribuir na formação de trabalhadores para atender a demanda das indústrias, de modo a contribuir para os desenvolvimentos econômico e social.

 

A Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais  (UTRAMIG) reafirma, a cada dia, o compromisso com a qualificação profissional, oferecendo cursos técnicos, conforme as demandas regionais de empregabilidade, conforme indicadores e público desenhado pela SEDESE; nesse sentido, a Instituição já ultrapassou 70%, e, em apenas cinco meses, o total de vagas oferecidas, gratuitamente, em 2021.

 

Até agora, a Fundação soma 6.077 vagas, para vários cursos de qualificação profissional, sendo 1.500 cursos livres; 700 por meio do Pacto pela Educação (Projeto de Interiorização em parceria com algumas prefeituras do Estado); 250, por meio da parceria com  Universidade Federal de Viçosa, envolvendo as prefeituras da microrregião de Viçosa; 592 presenciais; e 3.035 na modalidade Educação a Distância (EAD).

 

Em 2020, foram ofertadas 5.479 vagas, sendo  4.303 cursos livres, 582 presenciais e 594 EAD. Já em 2021, foram 3.487 (1.337 cursos livres, 445 presenciais e 1705 EAD).

 

Além dos dados animadores, a UTRAMIG vem sendo procurada por diversos setores da sociedade, no sentido de disponibilizar cursos e firmar parcerias. A Universidade de Palermo, na Argentina, por exemplo, é uma parceria em curso e que já apresenta resultados positivos para a UTRAMIG e os alunos.

 

“As adversidades impostas pelo cenário econômico e, de igual modo, aquelas causadas pela pandemia, serviram de combustível para a busca de soluções e parcerias inovadoras”, destaca o presidente da UTRAMIG, Paulo Henrique Nascimento Azeredo. “Não se pode cruzar os braços diante das dificuldades, sendo importante, portanto, capitanear, com coragem e responsabilidade, modelos de negócios que impliquem em baixo impacto financeiro para o Estado, mas que, por outro lado, sejam capazes de gerar atratividade empresarial e investimentos para Minas Gerais”, enfatizou.

 

Mapa do Trabalho Industrial

 

De acordo com os dados do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, que é um Estudo elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria, o Estado de Minas Gerais vai precisar treinar pelo menos 1 milhão de pessoas para atender às demandas das indústrias e do setores de serviços, no período compreendido entre os anos de 2022-2025.

O Estudo foi feito com o objetivo de identificar gargalos e demandas futuras por mão-de-obra, bem como orientar a formação profissional de base industrial no país. Conforme os dados da pesquisa, em todo o Brasil, a expectativa de carência de mão-de-obra é de quase 9,6 milhões de trabalhadores.

 

Especialistas apontam que uma das razões do déficit na mão-de-obra qualificada no Estado está no atraso provocado pela pandemia de Covid-19 na formação de novos profissionais.

 

Por isso, embora não apenas, a Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais (UTRAMIG) somou esforços, por meio de parcerias, no sentido de oferecer mais vagas de cursos de qualificação profissional, nas áreas de saúde, tecnologia e segurança do trabalho, dentre outras.

 

“Diante do cenário nacional e, principalmente, regional, a UTRAMIG não tem medido esforços para a formação de trabalhadores que atenderão às demandas do mercado de trabalho, contribuindo, assim, significativamente, para o desenvolvimento econômico não apenas no Estado de Minas Gerais, mas no Brasil”, esclarece o diretor de Qualificação e Extensão, Rogério Luís Massensini.

 

O presidente da UTRAMIG, Paulo Henrique Azeredo Nascimento, destaca o alinhamento das ações institucionais para com aquelas perseguidas pelo Governo de Minas Gerais e pela SEDESE. “Não qualificamos apenas profissionais, mas, sobretudo, cidadãos, com o objetivo de torná-los protagonistas da sociedade modificada e melhorada que todos queremos”, finaliza.

 

UTRAMIG

 

A UTRAMIG, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDESE) – foi criada em 1965 e é referência no ensino profissionalizante, pautado pela ética, competência, inovação e responsabilidade social.

 

Dentre os seus diferenciais, está um currículo atualizado e sintonizado com as novas demandas do mercado e da Indústria, um corpo docente qualificado, uma infraestrutura acadêmica e laboratorial completa, além de vivências profissionais, por meio de programas de estágio e de parcerias institucionais, que encurtam o caminho entre a escola e a vida profissional.

 

Dentre os cursos ofertados, estão: técnico em Análises Clínicas, Eletrônica, Enfermagem, Informática, Meio Ambiente, Multimídia, Segurança do Trabalho, Sistemas de Transmissão, Telecomunicações, dentre outros, além de diversos cursos de qualificação profissional, todos gratuitos e destinados à população com maior grau de vulnerabilidade.

 

Por tudo isso, a UTRAMIG sempre foi sinônimo de tradição e qualidade na formação de cidadãos e profissionais que farão, de fato, a diferença no mercado de trabalho.


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Repatriação de bens culturais envolve polêmicas, mas abertura ao diálogo amplia devoluções

  Crédito: Freepik A quem pertence um bem cultural exposto em um museu do outro lado do mundo: à instituição que o possui ou ao país de origem? Independente de qual seja sua convicção, esta não é uma pergunta com resposta tão simples. E é exatamente por isso que, nos últimos anos, as discussões saíram dos museus e alcançaram os ministérios da Cultura de diversos países. Em alguns casos, aliás, tornou-se uma pauta governamental. ‌ É o caso do Paraguai, cujo presidente, Santiago Peña, reivindica a repatriação de cinco peças atualmente abrigadas pelo Museu Paranaense, em Curitiba. Os artefatos pertenceram ao ditador Francisco Solano López, que governou o país entre 1862 e 1870 e o levou à derrota na Guerra do Paraguai, contra Brasil, Argentina e Uruguai. ‌ “Boa parte das peças expostas nos museus mundo afora foram tomadas durante a colonização imposta pela Europa sobre nações de outros continentes, onde em muitos casos prevaleceram políticas sanguinárias instituídas pela metrópole”, s...

Negar atendimento médico é negar a vida

O autor é o advogado   Thayan Fernando Ferreira , especialista em direito de saúde e direito público, membro da Comissão de Direito Médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados -   contato@ferreiracruzadvogados. com.br   O volume de ações judiciais contra operadoras de planos de saúde suplementar no Brasil tende a explodir. Ao menos é o que discute um estudo recente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) que indica que os casos de judicialização poderão chegar a 1,2 milhão de novos processos por ano até 2035.  De uma maneira geral, o IESS chegou a essa projeção de que o volume de judicialização pode alcançar tal margem com base na análise do crescimento exponencial das demandas judiciais contra planos de saúde nos últimos anos. Entre 2020 e 2024, por exemplo, houve um aumento de 112% no número de novos processos, saltando para cerca de 300 mil apenas em 2024. Esse crescimento reflete falhas estruturais do sistema. Quando as operadoras...

Taxa Selic ainda dita juros de mora, mas definição não alcança unanimidade nem mesmo no STJ ‌

Créditos: Freepik A Taxa Selic tem papel importante para os consumidores interessados em financiar um imóvel ou um carro. Também é responsável por determinar “o preço” dos empréstimos bancários, assim como é útil para investidores com ativos atrelados à taxa básica e para o controle da inflação no país. Mas outra função à qual é vinculada é a de servir como índice para a atualização de dívidas tributárias civis. Isto significa que, em casos de inadimplência, a cobrança de juros é calculada sobre o valor vigente, que hoje está em 12,25% ao ano. Essa prerrogativa já é assegurada pelo Art. 406 do Código Civil, mas somente para os casos em que não haja juros moratórios previamente determinados. O problema, que se tornou entrave numa apreciação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), é que sua variação poderia ser danosa para a cobrança de débitos junto a inadimplentes. “Existem hoje duas correntes de pensamento no STJ a respeito do uso da Selic para atualizar os débitos tributários. A prime...